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Francisco ASSIS

Francisco ASSIS

S&D (Progressive Alliance of Socialists and Democrats)
Partido Socialista
Né(e) le 08 January 1965 à Amarante

Appartenances aux groupes politiques

Actuel S&D Progressive Alliance of Socialists and Democrats
Jul 2024 – Feb 2026 (291 votes)

Alignement avec le groupe

Fréquence à laquelle ce député vote avec la majorité de son groupe politique.

98.6%
Taux de loyauté
280
votes alignés
4
votes dissidents
Aligné Indépendant

Procédures

7 votes
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Explications de vote

Explications de vote soumises après les sessions plénières.

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10 explications
12 Feb 2026 For PT
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Situation dans le nord-est de la Syrie, violence à l'encontre des civils et nécessité de maintenir un cessez-le-feu durable

A Síria livrou-se do criminoso ditador Bashar al-Assad, mas não se libertou ainda da violência que continua a ameaçar a vida dos civis e a agravar uma crise humanitária já de si devastadora. Neste momento, preocupa-nos, em particular, a situação no nordeste do país. Esta é uma questão absolutamente vital para o futuro e para a integridade territorial da Síria. A principal prioridade da União Europeia deve ser apoiar um cessar-fogo duradouro e manter-se vigilante perante quaisquer violações dos direitos humanos. O que a União Europeia não pode fazer é financiar o esforço de reconstrução da Síria se essa reconstrução significar, na prática, a destruição de várias comunidades, nomeadamente daquelas que têm lutado permanentemente pelos valores dos direitos humanos e da dignidade que também inspiram o projeto europeu, como é o caso dos Curdos. A estabilização do nordeste da Síria deve ser encarada como o preâmbulo da Síria futura: um país baseado na coabitação pacífica da diversidade e num património constitucional que garanta direitos fundamentais a todas as comunidades. Qualquer outro desfecho será inevitavelmente precário e vulnerável à violência. Por tais motivos, votei a favor desta resolução.

22 Jan 2026 For PT
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Drones et nouveaux systèmes de guerre - nécessité pour l’Union de s’adapter pour être prête à relever les défis actuels en matière de sécurité

O surgimento de novas ameaças no contexto de conflitos modernos e híbridos altera profundamente o panorama de segurança tradicional, exigindo à União Europeia uma responsabilidade acrescida e uma linha de ação mais coordenada e firme. Com o declínio da guerra convencional, impõem-se novas prioridades de defesa e o reforço da resiliência estratégica dos Estados-Membros, garantindo a proteção de todos os cidadãos europeus e a credibilidade da União Europeia. Votei favoravelmente este relatório sobre drones e novos sistemas de guerra por considerar que a União Europeia deve adaptar, de forma urgente e estruturada, a sua política de segurança aos desafios atuais. Para tal, é indispensável investir em capacidades de drones e antidrones, bem como no reforço da base industrial e tecnológica de defesa europeia.

22 Jan 2026 For PT
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Résolution sur la tentative de prise de contrôle du groupe audiovisuel public en Lituanie et la menace qui pèse sur la démocratie dans le pays

Votei favoravelmente esta resolução sobre a tentativa de tomada de controlo da emissora pública de rádio e de televisão da Lituânia, por considerar que a proteção da independência e da credibilidade dos media públicos é um pilar essencial da democracia europeia. Os meios de comunicação social públicos são salvaguardas fundamentais contra a desinformação, qualquer tentativa de enfraquecer a sua autonomia fragiliza a responsabilidade democrática, propicia a corrupção e compromete a capacidade de controlo dos cidadãos. Para o Grupo S&D, o Estado de direito, a liberdade, o pluralismo e a independência dos meios de comunicação social públicos são elementos essenciais da democracia. No contexto atual, os ataques à liberdade dos media fazem parte de estratégias de guerra híbrida conduzidas por poderes hostis que visam sabotar a resiliência democrática da União Europeia. É, por isso, basilar garantir que os media públicos disponham de autonomia, financiamento adequado e proteção contra qualquer forma de intimidação ou retaliação.

21 Jan 2026 Pas de vote enregistré PT
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Mise en œuvre de la politique de sécurité et de défense commune – rapport annuel 2025

O atual contexto de segurança europeia é crítico. Como evidenciado neste relatório, a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, a proliferação de ameaças híbridas contra a Europa e a instabilidade no Médio Oriente e Norte de África aumentam os riscos para a nossa segurança, valores e interesses estratégicos. É necessário reforçar a integração da defesa, enfrentar as ameaças externas e assegurar que a União Europeia não adota uma postura passiva. Valorizo o destaque dado pelo relatório à cooperação, unidade política e coerência entre os Estados-Membros. A credibilidade da Europa depende também de determinação política para agir, é urgente superar a fragmentação interna. Uma verdadeira política comum de segurança e defesa é indispensável para a UE perante o atual contexto global de insegurança, pelo que votei favoravelmente este relatório.

21 Jan 2026 For PT
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Lutte contre l'impunité au moyen de sanctions de l'Union, y compris le régime mondial de sanctions de l'UE en matière de droits de l'homme (appelé « loi Magnitsky de l'UE »)

Votei favoravelmente a resolução sobre o reforço do regime de sanções da União Europeia em matéria de direitos humanos. Reconheço que o combate à impunidade por violações graves é um imperativo moral e político da ação externa europeia e um pilar incontornável da sua credibilidade. O ‘EU Magnitsky Act’ constitui um instrumento crucial para responsabilizar indivíduos e entidades por graves violações de direitos humanos. Contudo, enfrenta ainda desafios que impedem o seu pleno potencial. Como assinala o relatório, a sua aplicação deve tornar-se mais coerente e estratégica, alargando o seu alcance geográfico e temático, garantindo uma melhor coordenação com parceiros internacionais e reforçando a responsabilidade na sua execução por parte dos Estados-Membros. Paralelamente, defendo uma política externa europeia assente no multilateralismo, na defesa intransigente dos direitos fundamentais e no combate à corrupção e às desigualdades estruturais. Esta resolução aponta o caminho para um regime de sanções mais credível, crucial para corrigir as deficiências atuais e reforçar o compromisso da União Europeia com os direitos humanos, o Estado de direito e o combate global à impunidade.

09 Oct 2024 For PT
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Résolution sur le renforcement de la résilience de la Moldavie face à l’ingérence russe dans la perspective des prochaines élections présidentielles et du référendum constitutionnel sur l’intégration européenne

O expansionismo da Federação da Rússia não se limita a incursões e invasões militares. A Rússia aposta também na desestabilização regional e na interferência, cada vez menos dissimulada, no funcionamento das democracias europeias. Para grande frustração de Putin, o desejo soberano de várias ex-repúblicas soviéticas não é a subserviência à Federação da Rússia, mas a integração na UE. Infelizmente, as plataformas digitais permitem hoje a qualquer autocrata espalhar propaganda e difundir mentiras como se fossem factos. Mas Putin foi além, financiando partidos e candidatos pró-russos e agitando até o fantasma da guerra, para amedrontar os cidadãos moldavos que, no dia 20, vão às urnas votar a adesão à UE. O Parlamento Europeu apresentou esta resolução para mostrar ao povo moldavo que conta com o apoio firme e inequívoco da União Europeia. Felizmente, o texto reuniu um amplo apoio dentro desta câmara e contou, naturalmente, com o meu voto favorável.

09 Oct 2024 For PT
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Résolution sur le recul démocratique et les menaces pesant sur le pluralisme politique en Géorgie

Não há muito, comoveram-nos as bandeiras da UE nas ruas e praças da Geórgia. O povo da Geórgia aspira a pertencer à União Europeia e nunca devemos perder de vista este desejo, que é um desejo de liberdade, um desejo de democracia e um desejo de afastamento da Federação da Rússia e daquilo que esta representa. Votei a favor da presente resolução comum do Parlamento Europeu porque entendo que a União Europeia deve dar um sinal ao povo georgiano: o Governo da Geórgia tem a obrigação de corresponder ao desejo de liberdade e democracia do seu povo.

19 Sep 2024 For PT
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Résolution sur la pérennité du soutien financier et militaire apporté à l’Ukraine par les États membres de l’Union

A resistência da Ucrânia à criminosa e mortífera invasão e ocupação do seu território pelas forças militares da Federação Russa prossegue há mais de dois anos, com grande sacrifício do povo ucraniano e uma inaceitável perda de vidas humanas. A capitulação da Ucrânia significaria a capitulação dos valores fundamentais em que se funda a União Europeia: a democracia, a liberdade, a autodeterminação, a soberania territorial, os direitos humanos, o direito a cada país escolher o seu rumo, o seu modelo de desenvolvimento, os seus aliados e parceiros. Enquanto a Ucrânia quiser – ou puder – resistir, o dever da União Europeia é apoiar e ajudar os ucranianos a resistir, no plano humanitário, financeiro e militar. Por isso, votei a favor desta resolução.

19 Sep 2024 For PT
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Résolution sur la situation au Venezuela

Edmundo González foi o vencedor das eleições presidenciais na Venezuela que decorreram em 28 de julho de 2024. O tirano instalado no poder recusa-se a reconhecer a derrota, reclama uma vitória que não consegue comprovar e promove um verdadeiro terrorismo de Estado que já causou diversas vítimas mortais, para além dos inúmeros opositores e dissidentes políticos presos em condições desumanas. O Parlamento Europeu, referência mundial na promoção dos Direitos Humanos e da democracia, tem a obrigação de reconhecer Edmundo González como presidente legítimo da Venezuela. Há momentos em que nenhuma hesitação é aceitável: ou se está ao lado da democracia e de quem por ela luta, ou se está ao lado da tirania e de quem a pretende perpetuar. Por tais razões, votei favoravelmente a presente resolução.

17 Jul 2024 For PT
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Résolution sur la nécessité d’un soutien continu de l’Union à l’Ukraine

A União Europeia tem estado ao lado da resistência ucraniana face ao invasor russo. Podemos mesmo dizer que esse apoio fez a União reencontrar-se com alguns dos seus valores fundamentais, ao reconhecer que eles estão em causa na Ucrânia e que é também por eles que a Ucrânia luta. É por isso muito importante que este Parlamento inicie o seu novo mandato reafirmando o seu apoio à Ucrânia: o apoio político a um país com estatuto de candidato, mas também o apoio económico e militar imprescindíveis à sua sobrevivência enquanto nação soberana. Evidentemente, esse apoio tem de estar devidamente articulado com a NATO. E deve manter-se até que o equilíbrio de forças torne possível uma negociação na qual a Ucrânia se reconheça. Ao mesmo tempo, merece todo o repúdio qualquer iniciativa suscetível de enfraquecer o lado da Ucrânia e dar conforto ao agressor russo. Tais iniciativas são especialmente perversas e condenáveis quando aparecem camufladas de posturas institucionais da UE, como fez há dias Victor Orban. Essa apropriação não pode ficar sem consequências.